sexta-feira, 25 de novembro de 2011
feliz?
Felizes os que choram
que oram
que vivem por aí
felizes os que se manifestam
se expressam
esses que saem vagando
pelas ruas
se estendem em bares
se questionam
e não se enrubescem
felizes o que amam
os que se apaixonam
os que tocam com delicadeza
até os dissabores da alma
felizes os que vivem
plenamente
sem medo do amanhã
ou de um futuro qualquer
felizes, assim, naturalmente
Ouvindo_Fanfarra_Mamelungos
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Estampa
preciso mudar de cara
estampá-la com algum sorriso meu
mudar de cor
colorir a fronte com algum batom
que valha
derrubar muralhas
as de dentro e de fora
que tanto me impedem
saber me só e mesmo assim
prosseguir acompanhada
nessa jornada
minha e de tantos alguéns
preciso me deixar falar
pra dentro
ouvir o meu sentimento
curar feridas
me notar
só assim posso ir pra uma
nova história
fincar meu pé
n'um outro lugar
Ouvindo_Tesoura do Desejo_O Grande Encontro
domingo, 20 de novembro de 2011
30 DIAS SEM ...O projeto
Primeiro fiquei sem carne, ok..
e agora, resolvi ficar 30 DIAS SEM SEXO..
Isso, não se engane..
Você leu corretamente, é 30 dias sem sexo!!!
Acompanhe mais detalhes no blog oficial: 30 DIAS SEM
Veja o vídeo:
e agora, resolvi ficar 30 DIAS SEM SEXO..
Isso, não se engane..
Você leu corretamente, é 30 dias sem sexo!!!
Acompanhe mais detalhes no blog oficial: 30 DIAS SEM
Veja o vídeo:
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
De repente cor
As cores me tocam
e mais do que nunca
as cores me desamarram
eu não sabia que esse colorido
estava todo dentro de mim
sendo bordado aos caprichos
pelas minhas feridas ainda abertas
pedras filosofais, negritos e itálicos frases soltas e manias..
deixando em mim suas marcas
suas palavras marcadas, suas pinturas
o meu colorido agora é outro
é mais bonito de ver de dentro
mesmo quando o negrume em mim se espalha
estou mais preparada para enxergar
usar os olhos pra ver, e não para escutar
meu colorido vai te pintar
e destruir todos os castelos cor de rosa que construimos
e todas as vezes que dizemos não
vai transformar tudo de novo, o preto no branco
no amarelo e no azul
o anil que acalma e o verde do meu Brasil
meu colorido
vai me salvar.
Ouvindo_Aquarela_Toquinho
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Por favor
Só por hoje, me desligue
me desconecte
me interrompa temporariamente
só por hoje, me deixe off line
solitária do mundo real
longe das mentiras que inventam
para contemporizar
longe dos pleonasmos
que não quero escutar
me tire da tomada, só por hoje
e me desplugue
e me descarregue
deixa eu me recompor só
deixa eu usar meus neurônios em mim
deixa eu me deleitar
na minha rede, antisocial aflita
ficar inativa pro mundo que urge
me embebedar tranquila
longe de bocas e dedos que não param de falar
me desligue por favor
e amanhã tudo estará bem
amanhã tudo estará zen.
Ouvindo_O velho e a flor_Toquinho e Vinicius de Moraes
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Batom vermelho
Seus vestidos leves, te deixavam alegre.
Pois diziam no fundo, que ela ainda podia vestir algo e se sentir mulher, bonita, feminina.
Nunca foi nada daquilo, nem bonita, nem feminina, nem mulher.
Era moleca, distraída, divertida, falastrona, mas não mulher.
Mulher era pra outras, pensava ela.
Ela que odiou rosa por tantos anos, ela que sequer sabia andar em cima de um salto, ela que nem se ligava tanto assim em moda.
Mas ligava.
Quando se descobriu menina. Tomou um susto! Peitos e pernas e bunda ali, a deriva. Num corpo magro, que foi ficando cada vez mais volumoso, numa cara fina, que foi ficando redondamente estranha. Naquela sensação permanente que tudo estava fora de lugar.
Cortara seus cabelos quase vermelhos de inúmeras formas
decotou-se
despiu-se
cobriu-se
e mesmo assim a sensação de desajeitamento permanecia
as roupas que não lhe cabiam
as coisas que não combinavam
os tons que não ornavam
tudo num misto de molecagem blasé
tão nada a ver como entrar numa rua pelo lado errado
Até o encontro com aquele batom vermelho.
Andava se convencendo que um batom podia colocar ordem em si.
Sempre fugira de batons vermelhos, as bocas ruge sempre lhe foram extremamente sensuais e assustadoras
Talvez por que ela mesmo tivesse medo de ser sexy e lindamente horrorizante
Pediu o batom, e ali na frente de tantos conhecidos
passou-o na boca, sentindo-se uma verdadeira despudorada
batom devia ser um negócio pra passar escondido
de tanto que ela achava aquela protuberância de lábios
sensual até pra ela mesma
E ainda assim, parecia que os outros ao seu lado
mal percebiam que ela se sentia cometendo um crime
Passou
e olhou primeiro a boca, depois o conjunto
o rosa avermelhado tinha lhe dado outra cara, é verdade
as cores “nude” que andava usando não demonstravam quem era ela...
só escondiam-na mais no estereótipo que ela fingia acreditar ser dela
Salva por um batom vermelho, ela pensava
um batom vermelho, que ela sempre desacreditara
Um batom vermelho pra pintar-lhe a cara,
pra simplesmente
mostrá-la.
Ouvindo_How'd You Like That_The Kooks (cd novo Junk of the Heart)
Pois diziam no fundo, que ela ainda podia vestir algo e se sentir mulher, bonita, feminina.
Nunca foi nada daquilo, nem bonita, nem feminina, nem mulher.
Era moleca, distraída, divertida, falastrona, mas não mulher.
Mulher era pra outras, pensava ela.
Ela que odiou rosa por tantos anos, ela que sequer sabia andar em cima de um salto, ela que nem se ligava tanto assim em moda.
Mas ligava.
Quando se descobriu menina. Tomou um susto! Peitos e pernas e bunda ali, a deriva. Num corpo magro, que foi ficando cada vez mais volumoso, numa cara fina, que foi ficando redondamente estranha. Naquela sensação permanente que tudo estava fora de lugar.
Cortara seus cabelos quase vermelhos de inúmeras formas
decotou-se
despiu-se
cobriu-se
e mesmo assim a sensação de desajeitamento permanecia
as roupas que não lhe cabiam
as coisas que não combinavam
os tons que não ornavam
tudo num misto de molecagem blasé
tão nada a ver como entrar numa rua pelo lado errado
Até o encontro com aquele batom vermelho.
Andava se convencendo que um batom podia colocar ordem em si.
Sempre fugira de batons vermelhos, as bocas ruge sempre lhe foram extremamente sensuais e assustadoras
Talvez por que ela mesmo tivesse medo de ser sexy e lindamente horrorizante
Pediu o batom, e ali na frente de tantos conhecidos
passou-o na boca, sentindo-se uma verdadeira despudorada
batom devia ser um negócio pra passar escondido
de tanto que ela achava aquela protuberância de lábios
sensual até pra ela mesma
E ainda assim, parecia que os outros ao seu lado
mal percebiam que ela se sentia cometendo um crime
Passou
e olhou primeiro a boca, depois o conjunto
o rosa avermelhado tinha lhe dado outra cara, é verdade
as cores “nude” que andava usando não demonstravam quem era ela...
só escondiam-na mais no estereótipo que ela fingia acreditar ser dela
Salva por um batom vermelho, ela pensava
um batom vermelho, que ela sempre desacreditara
Um batom vermelho pra pintar-lhe a cara,
pra simplesmente
mostrá-la.
Ouvindo_How'd You Like That_The Kooks (cd novo Junk of the Heart)
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Música Ilustrada
Navegando nesse paraíso insólito internético, eis que achei um tal de logomusica
Onde o barato é ilustrar músicas.. Coloquei aqui as primeiras que eu vi lá.. os desenhos são sensacionais!! ![]() |
| Melô do Tchan |
![]() |
| Pimpolho |
![]() |
| Água Mineral |
![]() |
| Bee Gees |
![]() |
| Melô do Creu |
Ouvindo_Pra Alegrar Meu Dia_Tiê
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Finalmente
Foi assim a nossa história
um tantinho de mentira
um cheirinho na minha fronha
não falou nada,
e só ria singelo
do que eu escrevia e do pouco
que cantava e tremia
eu tola
achava, esperava
escrevia e não mandava
achava que um dia
ia gostar de mim
mas foi assim, meu bem
que ficamos
essa coisa de
tá tudo certo,
fique com Deus
vá pelo deserto
nem pra você, nem pra mim
então, agora
que estou mais calma
e abrandada
já navego por outras águas
peço a trégua,
passo a régua
e lhe imploro
para colocarmos
nessa questão
um fim.
Ouvindo_Sá Marina_Som Três
Incolores
Amarelos pastéis na parede
e um verde envelhecido
dá o tom a esses dias
incolores
o jeans nem tão roto e meus vestidos azuis
todos em lançamento, todos em profusão
numa mistura de braços e barras
tentando parecer o que não são
os rostos embaçados e a mesmice da rotina
deterioram aos poucos o meu sorriso
inventando compromissos que
não servem senão
para me fingir de atriz
traço com música os movimentos calados
que queria fazer e não fiz
tudo solto sem espaço
como se eu ficasse perdida no abraço
da menina que fui um dia.
Ouvindo_Com a Ponta dos Dedos_Wado feat. Marcelo Camelo anda Mallu Magalhães
e um verde envelhecido
dá o tom a esses dias
incolores
o jeans nem tão roto e meus vestidos azuis
todos em lançamento, todos em profusão
numa mistura de braços e barras
tentando parecer o que não são
os rostos embaçados e a mesmice da rotina
deterioram aos poucos o meu sorriso
inventando compromissos que
não servem senão
para me fingir de atriz
traço com música os movimentos calados
que queria fazer e não fiz
tudo solto sem espaço
como se eu ficasse perdida no abraço
da menina que fui um dia.
Ouvindo_Com a Ponta dos Dedos_Wado feat. Marcelo Camelo anda Mallu Magalhães
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
#coisas do cotidiano
Uma tristeza me atropela a manhã.
Fria, seca e cortante.
Nada existencial, só um e-mail nada banal que me tirou do sério.
Sem mistério ou misticismo que valha, a fadada carta veio me rememorar de coisas, que bem, já não são tão importantes assim.
Fria, seca e cortante.
Nada existencial, só um e-mail nada banal que me tirou do sério.
Sem mistério ou misticismo que valha, a fadada carta veio me rememorar de coisas, que bem, já não são tão importantes assim.
Um pedido de desculpas é sinceramente uma vontade de colocar um ponto final no que ficou.
E as vezes os pontos finais são tão imprecisos, que se transformam em reticências.
Parece loucura o que vou dizer, mas mesmo na mais pura forma de perdão, há pudor e há temer. As histórias viram grandes alegorias tolas, palavras que se jogam ao vento tentando resgatar sabe se lá o que.
E me impressiona como nos tornamos tolos, vagos, espaçados e mesquinhos em nossas palavras.
Como nos escondemos de nós mesmos, como nos envergonhamos.
As verdades doem e sempre doerão.
E de que importam as verdades, se elas só são usadas de maneira cruel e fria, sem que sirvam de nada a não ser de remédio para orgulhos feridos?
Os sentimentos permanecem, se apuram, apodrecem e, gosto muito de acreditar que se renovam. Que vez por outra se transformam em outras coisas, mesmo as mais banais.
Portanto, é importante saber que, pedidos de desculpas são como uma estrada de dois lados imediatamente diferentes e tão divergentes que chega a dar dó.
Se não fosse o fato de existir ali um bem querer, mesmo que esculhambado, não poderia sequer ser chamado de desculpas.
E de que importam as verdades, se elas só são usadas de maneira cruel e fria, sem que sirvam de nada a não ser de remédio para orgulhos feridos?
Os sentimentos permanecem, se apuram, apodrecem e, gosto muito de acreditar que se renovam. Que vez por outra se transformam em outras coisas, mesmo as mais banais.
Portanto, é importante saber que, pedidos de desculpas são como uma estrada de dois lados imediatamente diferentes e tão divergentes que chega a dar dó.
Se não fosse o fato de existir ali um bem querer, mesmo que esculhambado, não poderia sequer ser chamado de desculpas.
E eles vão..
Nos rasgam a alma, deixando um gosto amargo na boca..
Um embolamento na garganta, um desalinho..
Assim que eles nos deixam, ganham asas para serem interpretados em outros quintais, em outras cabeças..
A nos só nos resta a espera demorada e fera do perdão.
Ouvindo_Little Joy_The Next Time Around
Nos rasgam a alma, deixando um gosto amargo na boca..
Um embolamento na garganta, um desalinho..
Assim que eles nos deixam, ganham asas para serem interpretados em outros quintais, em outras cabeças..
A nos só nos resta a espera demorada e fera do perdão.
Ouvindo_Little Joy_The Next Time Around
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Regra Três
Seguindo na idéia de posts sonoros, gravei esse fim de semana com meu
grande amigo Igor Casado, a música: Regra Três de Vinícius de Moraes.
Sempre que nos encontramos, rola um som, e ele é meu grande parceiro nas músicas brazucas. Principalmente nas MPB's nossas de cada dia..
Ficam aqui os agradecimentos a ele e a Srta Juliana, amiga que gravou essa nossa idéia inusitada.
Enjoy!!!
Sempre que nos encontramos, rola um som, e ele é meu grande parceiro nas músicas brazucas. Principalmente nas MPB's nossas de cada dia..
Ficam aqui os agradecimentos a ele e a Srta Juliana, amiga que gravou essa nossa idéia inusitada.
Enjoy!!!
Aos críticos e chatos de plantão, se é que eles visitam isso aqui, eu não sou cantora, é só cantar por cantar, por gostar da música por assim dizer.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Nada é mais bonito
Nada é mais bonito - Felipe Tavares
O mundo não é mais bonito, Roma e Paris pra mim é tudo lixo,
Com você tudo era lindo, até aquele velho feio, fraco e triste
Aquele mundo em que eu vivia, você se foi e não existe mais..
Não existe mais...
O amor existe e ele é lindo, mas pra mim ele é só um mito,
Tem a força de uma guerrilha, combatendo seus inimigos
e eu não quero mais cantar, quero você aqui comigo
vou me embora desse bar, não quero o whisk como um amigo
Quero você comigo..
quero você comigo..
Desculpe Italianos e Franceses
Desculpa avô, desculpe amor,
foi dificil ficar calado, depois que ela me deixou
afinal não é todo dia, que perdemos um grande amor
alguém com quem sonhou..
alguém com quem sonhou..
Alguém...
Lararará...
Uma participaçãozinho tosca de minha parte nessa música linda do meu amigo e compositor Felipe Tavares!!
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Deve ser assim..
Existe em mim essa saudade
essa música
que reside assim,
dentro do meu bandolim de coração
existe um amor calado
um credo rasgado
um segredo sussurrado
uma paixão
residem aqui, meu bem
todas essas coisas
e por todas essas coisas
resistirei
enfim,
nas lembranças que me faltam
e na dor que me assalta
quando volto a pensar em ti
resiste em mim..
covarde
uma vontade
uma coisa, que não sei..
deve ser assim.
Ouvindo_Here Comes That Feeling_Brenda Lee --- Delicinha de ouvir!!!
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
E no mundo das delícias..
Sigo em frente com mil coisas..
Ora gravando com amigos, ora publicando poesias..
ora devaneando sobre o cotidiano..
Inventando, pra variar!!
Deu na idéia fazer um blog onde eu relatarei minha experiência de ficar 30 dias sem consumir, ou usufruir de algo.
Se quiser dar uma conferida... 30 DIAS SEM...
Corre lá..
O primeiro projeto começa dia 18/09..
Ficarei 30 dias sem consumir carne!!!
Aii que meda!!!
Será que vai dar certo?
Só fazendo pra saber...
Ouvindo_It's raining again_Emmerson Nogueira
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Acotovelam-se
Mentiras, desilusões, acordos, palavrões, todas essas coisas
ruins, ficam guardadas dentro da gente. Como bandidos a espreita de um assalto,
aguardam silenciosos dentro de nós para virem à tona, nos momentos menos
oportunos.
Coisinhas pequenas, meninices, crendices, infantilidades e egoísmo, dão o tom dessa incrível derrocada.
Coisinhas pequenas, meninices, crendices, infantilidades e egoísmo, dão o tom dessa incrível derrocada.
E nós nos rendemos fácil demais, cedo demais.
Presos a nós mesmos, ensimesmados em nossos problemas, não percebemos a pequeneza dessas coisas cotidianas, e ignoramos o fato de que elas podem se tornar gigantes diante desse nosso descaso.
Acreditamos frívolos, no acaso. No velho e bom momento
displicente, que nos veda os olhos para essas armadilhas da emoção.
E vamos nos
entupindo de desculpas, de ressentimentos de mágoas, de ciúmes e de inveja, que
só faz acrescentar a caixa de pandora dos desprazeres.
Precisamos nos desprender do banal.
Aprender a amar, amar a
nós mesmos em primeiro lugar. Pois um ser que não se ama, não consegue doar-se
para outro, nem que queira. Precisamos de momentos de prazeres simples, como a
contemplação do silêncio, diante dessa nossa vida tão ruidosa, me parece algo
bem possível e fácil de realizar.
Desapeguemo-nos das mazelas do mundo, minha gente!
Pois delas há muita gente para cuidar.
Pois delas há muita gente para cuidar.
Ouvindo_Eartha Kitt - Mink, Schmink
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Café On the Rocks
Povo que me lê,
Vos suplico nessa carta que, não me abandonem nesta jornada cibernética...
É com muito orgulho que vos digo que estou a participar de um blog.
Vá pegando o gelo e o café..
Sim, sim..essa mistura maluca, deu no Café On the Rock's..
Blog do meu amigo Ariel Salgado, escritor e curioso, igual a mim e a você, que vivemos nesse mundãoda internet e de fora dela..
Espero que vocês gostem do blog e da parceria que conta ainda com mais três colaboradores.
Por lá, eu faço as vezes de crônista e meto o bedelho em tudo quanto é assunto.
Acessem Café On The Rock's e comentem!!
p.s - do sobra ainda tem um bannerzinho pra vocês clicarem!
Ouvindo_Conversa de Botas Batidas_Los Hermanos
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